Algo a respeito de minhas realizações.
Seguem algumas publicações, ou escritas por mim em pequenos livretos ou em livros mencionando realizações e atividades onde participei.
Este documento trás detalhes cronológicos, vividos e detalhados de absolutamente tudo que deve ser levado em conta antes da tomada de decisão de mudar, da sua preparação e execução desse projeto. São vivências sentidas na carne, e pesquisas diversas de outras possibilidades, daquilo de deve e não deve ser feito, principalmente no aspecto de não embarcar em uma canoa furada, acreditando em promessas desde consultores a advogados mal intencionados.
O mais interessante desse trabalho eu diria que é o detalhamento de todos processo prévio, até uma eventual tomada de decisão, as providências a serem tomadas, como se organizar, no que pensar e para onde ir.
Este trabalho não tem intenção alguma de convencer ninguém a fazê-lo, inclusive orienta a não fazer em muitos aspectos, principalmente de forma atabalhoada e incorreta. Imigrar, para onde quer que seja, não é para muitos! É um processo penoso, caro, angustiante e demorado, além do fato de você estar definindo ri embora de seu país, para um lugar onde você será para o resto de sua vida um estrangeiro, um imigrante. Nunca mais vai de verdade "pertencer" ao lugar onde estará.
Este trabalho serve como guia para orientação de mudança de país seja lá para onde quer que você tenha intenção de ir (principalmente no aspecto prévio), mas com foco central e baseado em experiência própria quanto aos EUA.
Está à disposição de qualquer um que tenha interesse, bastando entrar em contato comigo e verificar como adquirir o material altamente detalhado em 50 páginas de informação.
Por 30 anos anos participei ininterruptamente do Movimento Escoteiro. Fui escoteiro, sênior, auxiliar de chefe de escoteiras, auxiliar de chefe de lobinhos, chefe de tropa sênior, mestre pioneiro, assistente distrital do ramo sênior, assistente regional do ramo sênior, delegado nacional por SC em assembleias nacionais, e finalmente Secretário Geral da União dos Escoteiros do Brasil. Mas iniciei minha vida escoteira já logo nos primeiros anos do Grupo Escoteiro Leão do Mar, em Balneário Camboriú.
A história do GELM é contada neste livro, publicado pelo próprio GELM, já muitos anos depois de não participar mais do Grupo, justamente por ter saído de BC em função de ter assumido a Sede Nacional da UEB, em Brasília, em 1998. Algumas passagens de minha vida escoteira estão retratadas neste livro, confesso que de forma muito singela, considerando os 17 anos em que participei ativamente do Grupo e fui responsável na verdade por muito mais do que está relatado no livro modéstia à parte, mas desde sua ida para o Parque Ecológico, diversas mudanças anteriores de locais de atividade, condução das atividades de jovens entre 15 e 21 anos, membros que ativamente faziam o Grupo ser pujante, conhecido e respeitado por onde quer que passasse. Relações reatadas com o Lions Club que foi fundador do Grupo e há muito deixada para trás, atividades conjuntas, e muito mais. De qualquer forma este livro foi um trabalho espetacular de pesquisa e trabalho do atuais participantes do Leão do Mar que hoje é um dos maiores Grupos Escoteiros de todos Brasil, para orgulho e alegria de todos os seus membros.
As fotos e passagens abaixo retratam alguns daqueles momentos onde estive presente.
O termo Empreendedorismo, ou “entrepreneur”, vem do francês e quer dizer aquela pessoa que assume risco e começa algo novo...” (www.portaleducacao.com.br); mas é comumente utilizada no âmbito dos negócios, do comércio, do profissional, eu diria que equivocadamente essa quase exclusividade e vamos discorrer sobre esse ponto mais tarde.
Como já dessemos, essa característica pode ser nata, ou adquirida através de estudo e conhecimento. Os indivíduos que nascem com o ímpeto mais arriscado, dispostos a correr mais riscos, enfrentar o desconhecido, naturalmente possuem mais arraigado em si o espírito empreendedor. O que não significa que mesmo aquele mais conservador e controlado, não possa adquirir através do conhecimento, a capacidade de empreender e criar novos caminhos de alcançar um objetivo.
Lá na infância aprendemos, ou todos deveríamos ter aprendido, a condição de resiliência, saber perder e adaptar-se a perda; assim como saber vencer e não ser tomado pela soberba. O “risco” é inerente do empreendimento. A diferença entre o “risco” de perder no jogo de azar para o “risco” do empreendedor é que o primeiro não é controlado, e o segundo é calculado, controlado e está sob domínio do empreendedor.
Entenderemos sobre os limites impostos aos empreendedores e não empreendedores, até onde cada um quer chegar, e até onde cada um pode chegar.
Falaremos também sobre a condição de empreendedor, o que significa, se o certo está em ser empreendedor, ou não; se o melhor caminho é ser empreendedor ou não; se o empreendedor necessariamente tem mais sucesso que o que se acha mais seguro ou não.
Portanto, nosso interesse é mostrar aonde está o empreendedorismo em tudo que fazemos e como podemos fazer com que essa característica nos ajude a ir até onde pretendemos chegar

















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